A plantação de uma árvore está repleta de simbolismo e significado. Para nós representa um laço das nossas crianças com a natureza que queremos preservar, um comprometimento com a vida daquela planta, a consciencialização de um ciclo que vai do plantar, ao cuidar e ao colher frutos, que pode ser arquétipo da vida e que se vai internalizando através destes pequenos gestos.
Depois vem a vontade de fazer florescer a consciência cívica e ambiental nos nossos jovens, depois o envolvimento da “família” neste ato que pode produzir laços simbólicos que vão contribuindo para a formação do eu, depois porque é divertido e libertador…tantos motivos para o fazer e a tarde do dia 21 de abril trouxe a oportunidade.
Mãos à obra e um grupo dos nossos jovens, juntamente com alguns dos seus educadores, plantaram uma Lima que veio enriquecer o jardim e dará frutos para umas frescas limonadas.

Hoje foi dia de colocarmos em prática uma já antiga receita de pães-de-leite que, de forma muito entusiasmada decidimos experimentar. Quadruplicando a receita original, inventámos, calculámos, pesámos, confecionámos e, no fim, saíram uns deliciosos pães-de-leite.

Feitos por nós, o sabor intensifica-se e, além disso, aprendemos acerca das tradições gastronómicas desta região, como também desafiámos os nossos conhecimentos matemáticos!

 

Para assinalar o dia de Páscoa, deslocámo-nos até Castelo Branco, para uma manhã cultural e de lazer. À sessão de cinema, que deixou todos com boa disposição, seguiu-se o almoço no McDonald's e um passeio pelo Centro Comercial Fórum, onde tivemos oportunidade de visitar a exposição de Dinossauros e ficar a conhecer um pouco mais acerca destes.
 Neste dia, também as atividades de âmbito religioso estiveram presentes, sendo que no final do dia, assistimos à missa Pascal na igreja da nossa vila.

No dia 15 de abril, logo pela manhã, rumámos até Peniche. Aproveitando a deslocação para levar três dos nossos jovens até junto dos seus progenitores, para passarem a Páscoa, Levámos um grupo a visitar alguns pontos de interesse desta cidade. Do Cabo Carvoeiro, ao Forte de Peniche, passando com os pés na areia, para um almoço na praia, a manhã foi bem aproveitada e a mochila de vivências e descobertas ficou um pouco mais preenchida.

As férias da Páscoa são sinónimo de tempo livre, e por isso, foram pretexto para reativar o nossa oficina de tecelagem.
Deitámos mão à obra e em conjunto montámos uma nova teia no tear. Liço a liço, pua a pua, os fios de algodão foram passando um a um, construindo a teia que irá ser tecida por todos.
Este desafio de paciência e perseverança foi abraçado pelos nossos jovens com interesse e com ele passaram a valorizar mais o trabalho artesanal.
Após a teia montada, foi só dar asas à criatividade e começar a urdir.

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